Periquita

Confira-As-DicasAbriu a porta, olhou de alto a baixo. A imagem não a entusiasmou no começo. Um rapaz vestido de camisa esporte e com uma garrafa de vinho nas mãos. Entrou, rosto vermelho, fez uma brincadeira um pouco sem graça.

Ela olhou, pensou que pelo MSN era bem mais interessante. Com a faca nas mãos cortou o queijo na tábua frios, enquanto isso o convidado abria a garrafa de “Periquita” e o distribuía pelas taças. O vinho e as torradas serviram para quebrar o gelo da conversa, o queijinho desceu gostoso e tudo já parecia informal.

Foram risos, gargalhadas, brincadeiras ao fundo de uma música calma apenas para alegrar o ambiente. Nas nuvens pelas mãos do deus Baco, o convidado se atreveu e segurou mais forte sua mão. Ela sentiu um frio na espinha, em princípio gostou, mas hesitou em demonstrar. Recolheu a mão rapidamente e corou nas bochechas.

Com a coragem que não era habitual, o convidado se levantou, a tirou para dançar. Tocava Cherry Red, dos Bee Gees, depois Build com Housemartins e muitas outras que não se ouve mais por aí. Os dois agarradinhos, como numa “brincadeira dançante” do sábado à noite. Tempos idos que voltavam. As mãos suavam, os rostos se grudavam, ele procurava sua boca, ela evitava o máximo possível, mas o abraçava intensamente.

O convidado usava suas mãos com esperteza. Corriam por aquelas costas lisas e sedosas, chegando até sua bundinha sexy. Quando elas passavam por ali, seu espírito se contorcia em tesão, algo reprimido, mas delicioso. Enfim, sua boca secou, e sem esperar estava beijando arduamente seu convidado, A sensação? A melhor possível, um êxtase, um mantra erótico que estava sendo ensaiado há tempos.
Mas sabiamente, ela recolheu suas armas. Pediu um tempo, desligou a música e ascendeu a luz. Andou pelo corredor e disse que precisava tomar um banho, pois estava sentindo muito calor, pediu docemente que o convidado a aguardasse.

Serenamente ele se sentou e esperou por alguns momentos e ficou olhando pelo corredor para ver onde seria a porta do seu quarto. Percebeu que a luz do banheiro era inebriada com o vapor da água quente.

O convidado não se conteve. Foi para o quatro, percebeu a cama arrumada, lençóis gostosos de cetim. Ele sentou, sentiu o perfume das roupas sobre a cama, viu aquela calcinha branca, pequena e gostosa. A segurou nas mãos e sentiu a ansiedade dos tempos de colegial.

Sem notar, ela abriu a porta. Enrolada na toalha, penteava seu cabelo loiro e longo, já tinha passado aquele creme gostoso pelo corpo, foi quando sentiu a presença do convidado. Ele entrou com força, não estava disposto a perder. A segurou junto com a toalha, a agarrou por trás, passou as mãos por sua barriguinha chegando até seus deliciosos seios, os segurou e sentiu um prazer maravilhoso.

A anfitriã percebeu pela primeira vez um volume que achou maravilhoso em suas costas. Rapidamente se virou, segurou firme aquela delícia, enquanto seu convidado arrancava a camisa. De surpresa, ela foi levantada nos braços de seu convidado. Com o carinho de um lorde a colocou na cama, suavemente abriu suas pernas e começou a beijá-la docemente pela perna esquerda e subindo deliciosamente chegou onde queria, em sua gruta deliciosa.

Ele olhou, viu aquela xotinha pulsante, molhadinha e não teve dúvidas: a chupou como um pêssego. Sentiu seu mel, seu sabor, seu perfume, enquanto ela emitia as mensagens de um tesão inalcançável há anos. Ela mexia pelos quadris, rebolava deitada com ventre para cima.
Com suas delicadas mãos trouxe seu parceiro para a cama. O dominou, o mordeu, o beijou e depois o sugou ardorosamente num vai e vem maravilhoso. Ela sentia aquele membro como se fosse um grande sorvete delicioso, enquanto o convidado ardia em prazer.

Eram um começo dos mais profundos. Em seguida veio o coito. Ela ficou por cima, impoluta, rainha, dama de ferro, recebeu seu presente com toda a maestria habitual. Cavalgou como uma potranca, rebolou como uma odalisca e urrou de tesão, pois seu sexo tinha que ser deste jeito: intenso, tenro, ardente e profundo.

Depois do primeiro prazer, os amantes se beijavam ardorosamente e se tocavam, cada um no seu sexo. Ainda em pé, ele a segurou pela cintura e agora a possuía por trás. No princípio houve exitação, mas depois tudo terminou em muito sexo e tesão. Ela estava maravilhada, pois gozava como nunca e se sentia a menina que realmente era. Dizia palavras de felicidade e pedia que o convidado continuasse a estocar, ela adorava sentir aquele tesão, recebia com prazer o que seu convidado lhe dava.

Ele foi, fez, possuiu e gozou incansavelmente. Mas antes de gozar pediu que ela se virasse. Segurando seu membro o colou no seu umbiguinho e encheu aquela taça com seu leite e terminou sua transa mais intensa dos últimos tempos com a sessão de dever cumprido.

Depois do sexo, os dois dormiram abraçados. Ele acordou, tomou um banho. Deixou sua princesa sonhando com Morfeu. Saiu rapidamente, voltou para a sua casa e aguardava a próxima conversa pelo MSN. A expectativa era grande.

Por Renato Chimirri

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