Isadora Krieger é a escritora convidada do Festival Gaveta Livre

Isadora Krieger (Foto Carolina Krieger)

Isadora Krieger (Foto Carolina Krieger)

O Festival Gaveta Livre tem o prazer de anunciar mais um nome da literatura para a primeira edição. A escritora convidada Isadora Krieger. Lançado em novembro do ano passado, Memória da Bananeira é o seu primeiro romance, e a autora estará em São Carlos para bater um papo sobre a criação do romance, poesia e outros assuntos. Além disso, Isadora realizará o lançamento especial de Memória da Bananeira durante o festival. O Festival Gaveta Livre será realizado nos dias 26 e 27 de junho, em São Carlos (SP).

A AUTORA – Poeta e escritora, Isadora nasceu em Balneário Camboriú (SC) e, desde 1994, reside em São Paulo. Também atua como agitadora cultural, sendo idealizadora e produtora do Cabaret Revoltaire, projeto em atividade e aberto a experimentações artísticas diversas, passando pela pintura com modelo vivo, leituras de poesias, performances e música. Em 2014, além de Memória da Bananeira, publicou os livros O Gosto da Cabeça na coleção Poesia Menor,pela publicações Iara; e Caráter Anal na antologia Boca Santa, publicada pelo selo Carniceria Livros.

Nas palavras do escritor e cronista André Sant’Anna, que assina a orelha do livro:

Memória da Bananeira é um livro de non sense afetuoso, de crítica política, indagação filosófica, experimentação formal e a caríssima emoção do pensamento único de uma autora única. Isadora Krieger é uma espécie de Campos de Carvalho, só que dotada de um grande coração, uma maluca cheia de consciência, que bota o amor na vanguarda.

Em artigo assinado pelo poeta Matheus Torres sobre Memória da Bananeira:

É sempre uma grata surpresa encontrar livros que desafiam seu próprio tempo. Enquanto na literatura brasileira contemporânea a temática da violência é explorada incansavelmente e arquitetada por uma linguagem crua e cristalina, Krieger diverge nos dois aspectos – forma e conteúdo – em um movimento ousado na construção desse romance de múltiplos tons, vozes e indagações. Ora revestida do lirismo influenciado pela obra de Hilda Hilst – de quem Isadora se declara fã – e ora permeada pela sátira, a narrativa nonsense da autora nos aponta não para uma constatação estatelada em nossa frente, mas sim para os silêncios presentes nas diferentes relações humanas.

Na entrevista concedida ao LOID, Isadora contou sobre o processo de criação do romance: “Comecei a escrever a Memória da Bananeira em dezembro de 2011. A ideia inicial era fazer um livro com textos que estavam guardados, prosa e poesia. Um destes textos era uma pequena troca de bilhetes entre a Gioconda e o Genésio. Só que os dois logo ganharam tanta força que os bilhetes viraram cartas. E eu percebi que o livro era uma espécie de romance epistolar”. Confira a entrevista completa CLICANDO AQUI.

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SERVIÇO

FESTIVAL GAVETA LIVRE
Realização: Livre Opinião – Ideias em Debate e Espaço Gaveta
Local: São Carlos-SP.
Data: 26 e 27 de junho
Entrada gratuita
Site: Em breve
Fanpage: https://www.facebook.com/festivalgavetalivre?ref=ts&fref=ts

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