“Diário de Andrés Fava” e “62 Modelo para armar”, de Julio Cortázar, voltam às livrarias com novas capas e projetos gráficos

O argentino Julio Cortázar foi um dos escritores mais cultuados do século 20 e deixou como legado uma obra inovadora, que mudou a forma de se fazer literatura na América Latina. Em 2014, em meio às comemorações do centenário de nascimento do autor, a editora Civilização Brasileira começou a lançar novas edições de suas obras – que ganharam capas e projetos gráficos mais modernos. Desde então, chegaram às livrarias títulos como Bestiário, Final do jogo, Os reis e outros – alguns deles esgotados há muitos anos. Neste início de 2016, dando continuidade à iniciativa, passam a integrar a coleção também Diário de Andrés Fava, escrito em 1950, e 62 Modelo para armar, obra publicada originalmente em 1968.

c164ef8a-68b7-4f05-a24a-78b6aa5c494662 MODELO PARA ARMAR

Nesta obra, Cortázar nos apresenta um desdobramento da narrativa do capítulo 62 de O jogo da amarelinha, seu romance mais famoso. Publicado originalmente em 1968, 62 Modelo para armar tem desconcertado críticos e leitores, especialmente por suas experimentações radicais de linguagem. A trama do livro passeia por diferentes cidades e pula de um personagem a outro, questionando as estranhas leis que regem coincidências e causalidades.

Tradução de Glória Rodríguez | 256 páginas | R$ 47,90

Editora Civilização Brasileira (Grupo Editorial Record)

 

 

 

 

6e5a08c3-e847-4a3f-9c82-6b1af62d612aDIÁRIO DE ANDRÉS FAVA

Escrito em 1950, este livro foi concebido como parte da obra El examen, que tem Andrés Fava como um dos protagonistas. O Diário foi excluído do corpo do romance, mas conservado pelo autor e depois publicado separadamente. É composto por pequenas observações, anedotas, relatos breves e diálogos, formando o que o próprio Cortázar chamaria de “miscelânea” – como ele denominava livros comoHistórias de cronópios e de famas e A volta ao dia em 80 mundos. No texto, ao mesmo tempo complexo e de uma leveza exemplar, encontramos um artista preocupado com a linguagem e seus limites.

Tradução de Mario Pontes | 128 páginas | R$ 29,90

Editora Civilização Brasileira (Grupo Editorial Record)

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