No palco são encenadas uma performance e peças com narrativas reais e fictícias de transexualidade, redesignação de sexo e questionamento

A Cia. Mungunza de Teatro apresenta a reestreia de Luiz Antonio – Gabriela; o Território Sirius Teatro traz Joelma, que conta a história da inadequação de uma mulher; O Homossexual ou a dificuldade de se expressar, é a peça do Teatro dos Extremos que gira em torno do melodrama e do absurdo, e, por fim, Noite bizarra, recalcada e bipolar é uma debochada performance-celebração com Princesa Ricardo, Dalvinha Brandão e Darlene LePetit

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A programação de Todos os Gêneros – Mostra de Arte e Diversidade inclui seis dias de teatro e um de performance no palco da Sala Itaú Cultural – de 25 a 29 de junho (sábado a quarta-feira) e em 2 de julho, o último sábado. Com a peça Luiz Antonio – Gabriela, apresentada nos dois primeiros dias, o diretor Nelson Baskerville, com a Cia. Mungunzá de Teatro, coloca em cena uma parte da sua própria história, na qual o seu irmão mais velho, homossexual, Luís Antônio, desafia as regras de uma família conservadora dos anos 1960 e parte para a Espanha sob o nome de Gabriela. Trata-se de uma reestreia atualizada da peça que foi vista pela primeira vez em São Paulo em 2011, permanecendo em cartaz por cinco temporadas.

Na segunda-feira, 27, Território Sirius Teatro encena Joelma. A peça conta a história de uma mulher nascida no corpo de um homem que, após 30 anos, realizou a cirurgia de redesignação de sexo e, por fim, tornou-se uma espécie de líder espiritual. Em O Homossexual ou a dificuldade de se expressar, a ser apresentada nos dias 28 e 29 (terça-feira e quarta-feira) pelo Teatro de Extremos, a jovem Irina e Madre, são exiladas na Sibéria, rodeadas por lobos, neve e um misterioso vírus, como castigo por terem mudado de sexo. Escrita em 1967, esta é uma das primeiras peças de Raul Damonte Botana, o Copi (1939-1987) – escritor, dramaturgo, performer e caricaturista argentino radicado na França.

Uma performance encerra, no dia 2 de julho (sábado), a programação cênica de Todos os Gêneros. Princesa Ricardo, que concebeu o espetáculo, Dalvinha Brandão e Darlene LePetit  apresentam Noite bizarra, recalcada e bipolar e garantem que não faltará o deboche nesta performance-celebração. “A noite é cabaré, é talkshow, é pocketshow de música, é standup, é performance cabeção, é bate-cabelo nervoso”, antecipa Princesa.

 

VEJA A SEGUIR A SINOPSE, BIOGRAFIAS DOS ARTISTAS E HORÁRIOS DE CADA APRESENTAÇÃO:

 

Dia 25 (sábado), às 20h, e 26 (domingo) às 19h

Luiz Antonio – Gabriela

com Cia. Mungunzá de Teatro

Sala Itau Cultural

Duração: 88 minutos

Capacidade: 247 lugares

Os ingressos são distribuídos duas horas antes do evento para o público preferencial e uma hora antes para o não preferencial.

Classificação Indicativa: 16 anos

 

Sinopse

O diretor Nelson Baskerville coloca em cena sua própria história, onde o irmão mais velho, homossexual, Luís Antônio, desafia as regras de uma família conservadora dos anos 1960 e parte para a Espanha sob o nome de Gabriela.

O documentário cênico Luís Antônio – Gabriela tem início em 1953, com o nascimento de Luís Antônio, filho mais velho de cinco irmãos, que passou infância, adolescência e parte da juventude em Santos até ir embora para Espanha aos 30 anos.

O espetáculo foi construído a partir de documentos e dos depoimentos do ator e diretor Nelson Baskerville, de sua irmã Maria Cristina, de Doracy, sua madrasta e de Serginho, cabelereiro em Santos e amigo de Luís Antônio, e narra sua história até 2006, data de sua morte em Bilbao onde vivera até então como Gabriela.

“Em 2002, recebi uma ligação de minha segunda mãe, Doracy – segunda mãe porque minha primeira faleceu após o meu parto, fazendo meu pai, Paschoal, viúvo com seis filhos, casar com a Dona Doracy, viúva com três filhos, quando eu tinha dois anos –para dizer que Luís Antônio havia morrido na Espanha. Luís Antônio, para mim, era aquele irmão, oito anos mais velho, que sempre mantive na sombra. Só poucos amigos sabiam da sua existência, ele era aquele que, além de me seduzir, e abusar sexualmente, fazia com que muitos dedos da cidade de Santos fossem apontados para nós, os “irmãos da bicha”, “a família do pederasta” e outros nomes. Sou obrigado a confessar que a notícia da morte dele não me abalou nem um pouco.

Foram quase 30 anos sem saber nada dele, sem saber se ele estava vivo ou morto, enfim, liguei para minha irmã, Maria Cristina, advogada para passar a notícia para a frente e a preocupação imediata dela foi com os papéis, atestado de óbito, documentação para o espólio. Mas não sabíamos nada do fato e nem ao menos o local exato de sua morte. Maria Cristina empreendeu então uma jornada fadada ao fracasso que era saber notícias do paradeiro dele. Depois de alguns meses, por meio da embaixada brasileira na Espanha ela o encontrou. Mas não exatamente da forma que esperava.

Luís Antônio estava vivo, morava em Bilbao e a partir disso começamos a tentar formar e entender aquela lacuna de 30 anos que nos separavam dele. Minha irmã, em uma aventura almodovariana foi encontrá-lo. Luís Antônio chamava-se agora Gabriela, tinha sido uma estrela das noites de Bilbao, era viciada em cocaína e a AIDS era a menor das suas doenças. Por meio da Maria Cristina, passamos então a ter notícias dele até sua morte, agora verdadeira, em 2006.

As perguntas mais frequentes dos amigos ao saberem da história eram: mas vocês nunca mais se viram? Resposta: Nunca. Por que não o trouxeram de volta ao Brasil quando o encontraram doente? Resposta: porque não. Você não foi nem ao enterro? Não. “Fiz esse espetáculo. ”

 

Sobre a Cia. Mungunzá de Teatro

Foi criada em São Paulo em 2006 por meio da união de atores recém-formados, motivados a aprofundar as técnicas aprendidas na escola e assim, desenvolver um estudo detalhado do Teatro Épico de Brecht e de linguagens estabelecidas na contemporaneidade. Pelo trabalho que está de acordo com os seus interesses, a Cia. Contatou o diretor, ator e também professor Nelson Baskerville, que desenvolveu seu estudo em uma pesquisa aprofundada do teatro pós-dramático e conta em seu currículo espetáculos de sucesso como 17x Nelson e Camino Real, ambos da Cia. Antikatartika de Teatro.

Apresentando o texto Por que a criança cozinha na polenta ao diretor, iniciaram o processo de ensaio e de pesquisa para a montagem de um espetáculo teatral que atendesse a necessidade artística proposta pela direção e pela Cia. O espetáculo realizou cinco temporadas em São Paulo entre 2008 e 2010 e participou de diversos festivais pelo Brasil, acumulando 36 prêmios em diversas categorias.

Em janeiro de 2010, a Cia. começou a realizar o processo de estudo cênico para o segundo trabalho, Luís Antônio – Gabriela. Em 2014 o grupo foi contemplado pela 24º Edição da Leo de Fomento ao Teatro para Cidade de São Paulo, para realização de dois espetáculos Poema Suspenso para uma Cidade em Queda, com direção de Luiz Fernando Marques (lubi) e Era uma Era, com direção de Verônica Gentilin. Ambos os trabalhos cumpriram diversas temporadas em São Paulo (Céus, Sesc Santo Amaro, Teatro João Caetano, Sesc Santo André); participaram do Festival Breu (Sesc São José do Rio Preto); foram contemplados pelo Edital do ProAc Circulação, com apresentações em cinco cidades de São Paulo; Era uma Era participou da mostra oficial no Festival de Curitiba; e também foram contemplados pelo Edital da Caixa Cultural para temporadas em fevereiro de 2017.

Ficha técnica:

A partir do argumento de Nelson Baskerville; relatos de Nelson Baskerville, Cristina Baskerville Ierardi, Doracy e Serginho; intervenção dramatúrgica Verônica Gentilin; elenco Marcos Felipe, Lucas Beda, Sandra Modesto, Verônica Gentilin, Virginia Iglesias e Day Porto; direção Nelson Baskerville; diretora assistente Ondina Castilho; assistente de direção Camila Murano; direção musical, composição e arranjo Gustavo Sarzi; preparador vocal Renato Spinosa; trilha sonora Nelson Baskerville; preparação de atores Ondina Castilho; iluminação Marcos Felipe e Nelson Baskerville; cenário Marcos Felipe e Nelson Baskerville; figurinos Camila Murano; visagismo Rapha Henry – Makeup Artist; vídeos Patrícia Alegre; produção executiva Sandra Modesto e Marcos Felipe; produção geral Cia. Mungunzá de Teatro

Dia 27 (segunda-feira), às 20h

Joelma

com Território Sirius Teatro

Sala Itaú Cultural

Duração: 75 minutos

Capacidade: 247 lugares

Os ingressos são distribuídos duas horas antes do evento para o público preferencial e uma hora antes para o não preferencial.

Classificação Indicativa: 14 anos

 

Sinopse

Joelma conta a história da inadequação de uma mulher, nascida no corpo de um homem. Nos 30anos que viveu no sul do país, mudou seu corpo e realizou a cirurgia de redesignação do sexo, por fim retornou para Ipiaú (BA), sua cidade natal. Para além dos aspectos sobre sexualidade e gênero, a narrativa também apresenta a trajetória religiosa da personagem, que hoje, aos 71 anos vive em uma casa, que é um misto de centro espiritualista e igreja. Outro elemento marcante do espetáculo é um assassinato que estabelece uma trama policial na história.

 

 

 

 

Sobre o Território Sirius Teatro

Grupo cênico artístico voltado para produções derivantes da autonomia do Atuante (atores, performers, dançarinos e circenses) enquanto criadores e mantenedores de seus modos e meios de expressão e produção. Trabalhamos em uma perspectiva multidisciplinar. Promovemos processos autônomos e coletivos de produção e pesquisa acerca de modos de cena para o desenvolvimento de novas linguagens e estéticas. A arte como mecanismo de potencialização, a serviço da ética, filosofia e liberdade.

O repertório do grupo é composto pelas encenações Seu Bomfim, Eterno Rêtorno-ERê, Velôsidade Máxima, Casa Número Nada, Temporal, Sebastião e Joelma. Atualmente esse núcleo artístico é formado pelos atuantes Fabio Vidal, Emerson Cabral, Mariana Freire, Viviane Jacó e Aétio Filho. O Território Sirius já transitou por todas as regiões do país, gerando ações artísticas e educacionais. Estabelecendo uma possibilidade de cena marcada pelo experimentalismo e por espetáculos, de aguçada precisão técnica e de resultantes múltiplas em seus temas e dramaturgias.

Alguns dos seus projetos realizados: Atuantes em Solos-Projeto formativo de aulas e orientação para criação de espetáculos solos; Conexões Vidal – projeto de ocupação do Teatro GamboaNova (Salvador/BA) em 2011; oficinas/Workshop – atividades realizadas em mais de 30 cidades brasileiras; Solos 2X1 – projeto de circulação dos espetáculos Seu Bomfim e Eterno Retorno-ERê (2008 e 2009); 13 Territórios – projeto de circulação da encenação Sebastião por 13 cidades baianas (2012 e 2013); Soloteropolitanos – projeto de circulação das encenações Seu Bomfim, Eterno Rêtorno-ERê, Sebastião e Casa Número Nada, em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife (2012); Circulação Sebastião – BR Petrobras, projeto de circulação de Sebastião por João Pessoa (PB) e Crato (CE) (2013).

Sobre Fábio Vidal

Ator/performer, autor, diretor, professor e produtor. Mestre pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde se formou em interpretação teatral e fez bacharelado. É coordenador do Território Sirius Teatro onde produziu as atividades do grupo. Ministra aulas acerca do trabalho criativo, teatro físico, contadores de história, capacitação de monitores em artes e princípios teatrais para cena. Atualmente desenvolve o seu quinto espetáculo solo autoral Joelma e participa do elenco do espetáculo Salmo 91, do grupo Atelier Voador. Criou, dirige e atua nas encenações Sebastião, Seu Bomfim, Velôsidade Máxima e Eterno Rêtorno-ERê. Participou como orientador, das criações dos projetos Benedita, Lavadora e Almas; e Fragmentos De Um Só, do grupo Vagapara. Participou de diversos trabalhos como ator no teatro, cinema e audiovisual. Em 2011 participou do filme Joelma, no papel título, com direção de Edson Bastos. Em 2009 participou do Filme O homem que não dormia, de Edgard Navarro.

 

Edson Bastos

Especialista em audiovisual pela Universidade de Santa Cruz (UESC–BA) e graduado em comunicação social com habilitação em cinema e vídeo pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC–BA). Como diretor e roteirista, dirigiu os curtas Joelma, selecionado pelo edital de Cultura LGBT do Governo do Estado da Bahia; Veras, menção honrosa no XII Festival Nacional de Vídeo – Imagem em 5 minutos; e Jeep, melhor videoclipe do Festival Cidade Filmada promovido pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua também como produtor executivo e curador da mostra universitária MUSA e do Festival FECIBA. É idealizador, produtor executivo e coordenador de conteúdo do projeto Pixelando e do site Pixelando Online, voltado para a formação de público e mão-de-obra para o audiovisual. É produtor executivo dos curtas O filme de Carlinhos e O velho e os três meninos, dirigidos por Henrique Filho. Desenvolve Os Magros, adaptação do livro homônimo do escritor Euclides Neto. No Teatro, dirigiu Joelma com Fábio Vidal, como resultado do curta-metragem de mesmo nome. É sócio diretor da Voo Audiovisual.

 

 

Ficha Técnica

Autoria, direção e atuação Fábio Vidal; autoria e direção Edson Bastos; assistência de direção

Caíca Alves; cenário Luís Parras; assistente de cenografia Daiane Sarno; iluminação Pedro Dultra; operação de luz Tuca Gomes; figurino Maurício Martins; costureira Francisca Duarte; maquiagem Marie Thauront; cabelos Alê Estrela; trilha sonora Luciano Simas e Ronei Jorge; consultoria de projeção Davi Cavalcanti; registro audiovisual e produção de VTs Henrique Filho; assessoria de imprensa e redes sociais Monica Santana e Nilton Lopes; designer Kaula Cordier; arte-educadora e fotógrafa Alê Novhais; produção executiva e interpretação em Libras Júnior Cecon; coordenação de produção Fabio Vidal  e Emerson Cabral; realização Território Sirius e Voo Audiovisual.

Dia 28 (terça-feira) e 29 (quarta-feira), às 20h

O Homossexual ou a dificuldade de se expressar

com Teatro dos Extremos

Sala Itau Cultural

Duração: 70 minutos

Capacidade: 247 lugares

Os ingressos são distribuídos duas horas antes do evento para o público preferencial e uma hora antes para o não preferencial.

Classificação Indicativa: 16 anos

 

Sinopse

O Teatro de Extremos, grupo fundado por Fabiano de Freitas e que completa 10 anos de existência, apresenta O homossexual ou a dificuldade de se expressar. Uma das primeiras peças de Raul Damonte Botana, o Copi (1939-1987) – escritor, dramaturgo, performer e caricaturista argentino radicado na França, até então inédita no Brasil, teve sua estreia em junho de 2015 durante a Ocupação Copi no Espaço SESC. Seguiu em uma segunda temporada em novembro do mesmo ano no Galpão Gamboa e em abril de 2016 foi convidado a participar da programação de abertura da Ocupação Entre, no Teatro Sergio Porto. Sucesso de público e unanimidade de crítica, a peça obteve 13 indicações aos prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e Questão de Crítica e ganhou o Prêmio APTR de melhor figurino para Antonio Guedes.

Copi imprime traço simples nas tirinhas e cartuns e alta voltagem em seus textos em romances e peças, demarcando um território singular. O Homossexual ou a Dificuldade de se Expressar, escrita em 1967, coloca em cena a jovem Irina e a Madre, exiladas na Sibéria, rodeadas por lobos, neve e um misterioso vírus das estepes. Seu crime: mudaram de sexo. Irina está grávida e não sabe quem é o pai, se a professora de piano, algum cossaco, um vizinho ou um oficial. Garbo, Nikita, Sra Simpson, um oficial e um general, instalam um perigoso jogo, entre o melodrama e o absurdo, se embrenhando por um labirinto de frases, ideias, situações marcadas pela ironia e pela escatologia.

 

 

 

 

Sobre o Teatro de Extremos

Montou os espetáculos: Ataraxia (Teatro Ziembinsky, Circuito SESC e Festival de Curitiba, 2004- 2006), Umbigo (SESC Tijuca, 2004), Queda (Club Noir – SP, Teatro São Pedro Porto Alegre, FITA em Angra dos Reis, Teatro HSBC, Festival de Curitiba, Teatro Afonso Arinos, em Petrópolis/RJ e Sede das Cias – RJ 2014), As Engrenagens (Cia dos Atores – 2010), Feriado de mim mesmo (Espaço SESC – 2011; Galpão Gamboa, Armazém Grupo XIX – São Paulo, Teatro Café Pequeno, Arenas Cariocas da Penha e da Pavuna, Parque das Ruínas – 2012), a performance O destino da humanidade (Tempo Glauber, Caixa Cultural e Espaço SESC) último roteiro, inédito, de Glauber Rocha; além de cenas, performances e outros experimentos.

Ficha Técnica

Direção Fabiano de Freitas; tradução Giovana Soar; elenco Higor Campagnaro, Leonardo Corajo, Mauricio Lima, Renato Carrera e Fabiano de Freitas; direção de movimento Marcia Rubin; luz Renato Machado; figurino Antônio Guedes; direção musical Gustavo Benjão; cenário Pedro Paulo de Souza; pesquisa visual Evee Avila; visagismo Josef Chasilew; assistente de direção Pedro Uchoa; produção Quintal; direção de produção Verônica Prates; sestora de projetos Maitê Medeiros; produtor Iuri Wander.

 

 

Dia 2 de julho (sábado), às 18h

Performance – Noite bizarra, recalcada e bipolar

Com Princesa Ricardo, Dalvinha Brandão e Darlene LePetit

Sala Multiuso

Duração: 80 minutos

Capacidade: 247 lugares

Os ingressos são distribuídos duas horas antes do evento para o público preferencial e uma hora antes para o não preferencial.

Classificação Indicativa: 16 anos

 

Sinopse

Certamente, o que não faltará nesta noite-performance-celebração é deboche. Os corpos extravagantes e as existências estranhas do elenco, como eles mesmo definem, são ponto de partida para um encontro apoteótico e freak-bizarro no palco do Itaú Cultural. A noite é cabaré, é talkshow, é pocketshow de música, é standup, é performance cabeção, é bate-cabelo nervoso. Tudo isso por que se a segunda dama é “bela, recatada e do lar”, a gente é Bizarra, Recalcada e Bipolar.

Sobre o elenco

Princesa Ricardo (Marinelli) é bicha. Artista, pesquisador e gestora de projetos em arte contemporânea. Licenciadx em Educação Física e Mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), entre 2004 e 2012 recebeu 11 prêmios de diferentes instituições para suas criações e projetos, com os quais tem circulado por diversos eventos no Brasil, Alemanha, Martinica, Cuba, Uruguai, Peru, Equador e Itália. Criativa e esteticamente está interessadx em desenvolver uma poética pessoal que articule corpo, intimidades e vivência da sexualidade.

 

Dalvinha Brandão, essa diva brasileira, é hostess, promoter, celebrity, didjeia, actriz, mulher, mãe, e acima de tudo gente como você (só que melhorada).

Darlene Lepetit é cantora e compositora, nasceu no interior do Paraná e foi para a capital ainda adolescente. Depois de formada foi pra Europa atrás de um grande amor. Lá trabalhou com artes, até que o amor se diluiu. Encontrou nas desilusões inspiração e logo retornou ao Brasil para se lançar cantora. Hoje vive em Curitiba, rodeada de amigos e de seu pet. Está entre as revelações da nova MPB. Darlene representa o artista atual, transita em diferentes gêneros e oferece ao público canções para acalentar os corações.

Ficha técnica:

Concepção Princesa Ricardo (Marinelli); organização Princesa Ricardo, Dalvinha Brandão e Darlene LePetit; performance Princesa Ricardo, Dalvinha Brandão e Darlene LePetit; apoio técnico Bernardo Stumpf, produção Expressão Criação e Produção.

 

Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô

Fones: 11. 2168-1776/1777

Acesso para pessoas com deficiência física

Ar condicionado

Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho.

R$ 15 pelo período de 12 horas.

Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural: 3 horas: R$ 7;

4 horas: R$ 9; 5 e 12 horas: R$ 15.

Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.

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