EXTENSÃO MIRADA traz espetáculos internacionais e nacionais para unidades de São Paulo e Sorocaba

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O MIRADA} Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, evento bienal realizado pelo Sesc que acontece de 8 a 18 de setembro de 2016 em Santos e mais quatro cidades do litoral paulista, também chegará às unidades do Sesc em São Paulo e Sorocaba.

Nove espetáculos serão apresentados entre os dias 15 de setembro e 13 de novembro nas duas cidades e formam a programação EXTENSÃO MIRADA, que reflete o conceito global do evento: correlacionam o pensamento crítico à busca permanente por inovação em temas, técnicas e formas de abordar a arte.

Em parceria com a Prefeitura de Santos, a quarta edição do Mirada reúne em sua programação 43 montagens originárias de 12 nacionalidades. Trata-se de um panorama que potencializa a capacidade das artes cênicas reagirem diante das singularidades histórica, social, política e econômica, evidenciando a força da arte politicamente engajada sem perder de vista a ambição poética e a pluralidade estética.

Dentre os internacionais, seis deles compõem o Extensão Mirada: Cuando todos pensabam que habíamos desaparecido – Gastronomiaescenica, da Cia. Vaca 35, do México (17 e 18/9, Sesc Pompeia);  ¿Qué haré yo con esta espada?, da espanhola Angélica Liddell (17 e 18/9, no Sesc Pinheiros); No daré hijos, daré versos, dirigido pela uruguaia Marianella Morena (20 e 21/9, no Sesc Ipiranga); La Contadora de Películas, criação da companhia chilena Teatro Cinema (21 e 22/9, no Sesc Vila Mariana); Psico/Embutidos, do diretor mexicano Richar Viqueira (de 23/9 a 1/10, no Sesc Consolação); Dínamo, do coletivo argentino Timbre 4 (21/9 no Sesc Sorocaba e 24 e 25/9 no Sesc Bom Retiro). Lo único que necessita uma gran actriz, es um gran obra y las ganas de triunfar, também da Cia. Vaca 35, será apresentado exclusivamente em São Paulo nos dias 15 e 16/9, no Sesc Pompeia.

Dois espetáculos brasileiros que fazem sua estreia no Mirada, em Santos, iniciam temporada em São Paulo, em outubro: A Tragédia Latino-Americana e a Comédia Latino-Americana. Segunda Parte: A Comédia Latino-Americana, da Ultralíricos (Sesc Vila Mariana, de 07/10 a 13/11) e Leite Derramado, da Club Noir (Sesc Consolação, de 14/10 a 13/11).

As quatro edições do Mirada contaram com um conselho formado pelo diretor do Departamento Regional do Sesc SP, Danilo Santos de Miranda; pela pesquisadora e educadora Isabel Ortega, brasileira radicada na Espanha; pelo diretor do Teatro Mayor de Bogotá, Ramiro Osório; e pelo diretor artístico do Festival Ibero-Americano de Teatro de Cádiz, Pepe Bablé.

ESPETÁCULOS

Cuando todos pensabam que habíamos desaparecido – Gastronomiaescenica 

MÉXICO – Cia. Vaca 35

17 e 18/9. Sábado, 20h. Domingo, 19h.

Sesc Pompeia | Galpão | 90 min | 14 anos |R$40/ R$20/ R$12

O subtítulo dessa criação coletiva fornece outras pistas para o que virá: gastronomia cênica e teatro documental baseado na comida e na festa dos mortos. Ao contrário do tabu ocidental, na cultura mexicana o Dia de Finados é celebrado com as casas enfeitas e os familiares e amigos preparando os pratos favoritos daqueles que não se encontram mais fisicamente entre eles.

Em vez de cobrir com terra, cravar uma lápide ou perpetuar o silêncio, o espetáculo propõe ao espectador vivenciar um ritual com pitadas de música, canto, dança, humor, ironia, crítica social, violência, máscara e memória dos artistas que, enquanto narram, manejam utensílios, talheres, legumes, verduras e ingredientes para cozinhar sobre uma mesa cenográfica.

O cheiro e tudo mais que se vê e se ouve são reais, as caçarolas, as histórias biográficas, as fotos afixadas num pequeno altar aqui, noutro ali. Mas não faltará margem para os rompantes oníricos. E para esse trabalho não convencional e disposto como uma saudação à vida, o Vaca 35 Teatro em Grupo, formado em 2007, contracena festivamente com criadores espanhóis.

Criação e dramaturgia: Vaca 35 Teatro de Grupo. Direção e desenho de espaço: Damián Cervantes. Com: Diana Magallón, Mari Carmen Ruiz, José Rafael Flores, Maitê Urruta e Irene Caja. Músico: Alejandro Gonzalez.

★★★

¿Que haré yo com esta espada? (Aproximación a la ley y al problema de la belleza  ESPANHA – Angélica Liddell

17 e 18/9. Sábado e domingo, 18h.

Sesc Pinheiros | Teatro Paulo Autran | 270 min (2 intervalos)| 18 anos | R$40/ R$20/ R$12

O trabalho, que estreou no Festival d’Avignon, em julho, parte de dois crimes transcorridos em Paris, em diferentes épocas: o canibalismo do universitário japonês Issei Sagawa, que esquartejou a namorada e declarou tê-lo feito por amor, em 1981, e o terrorismo dos ataques em série que deixaram 130 mortos em 15/11/2015.

Apesar de macabros, a artista catalã Angélica Liddell prospecta em cena uma tomada de consciência da própria existência, uma rebelião contra o racionalismo. Fala em nostalgia do infinito, do inapreensível, do sagrado. E cita Nietzsche: “Como transformar a violência real em poética para nos colocar em contato com a verdadeira natureza, mediante atos contra a natureza?”.

Radicada em Madri e desde 1993 à frente da companhia Atra Bilis (bílis negra), notabilizada pela força performativa, ela delineia a história de uma mulher que deseja se matar (e matar) desde que nasceu, mas transfere à ficção as tendências homicidas. Sua angústia vem do dilema entre a palavra (poesia) e a ação (vida), que parece articular-se sempre no triângulo beleza, erotismo e morte.

Texto, direção, cenografia e figurinos: Angélica Liddell Com: Victoria Aime, Louise Arcangioli, Paola Cabello Schoenmakers, Sarah Cabello Schoenmakers, Lola Cordón, Marie Delgado Trujillo, Greta García, Masanori Kikuzawa, Angelica Lidell, Gumersindo Puche, Estíbaliz Racionero Balsera, Ichiro Sugae, Kazan Tachimoto, Irie Taira e Lucía Yenes Desenho de Luz: Carlos Marquerie Desenho de Som: Antonio Navarro.

★★★

No daré hijos, daré versos

URUGUAI – Marianella Morena

20 e 21/9. Terça e quarta-feira, 20h.

Sesc Ipiranga | Teatro | 75 min | 14 anos | R$40/ R$20/ R$12

O drama intercala prosa e canções a partir da vida e da obra da poeta Delmira Agustini (1886-1914), cuja memória e a arte andavam relegadas até ganhar novo alento nos últimos anos. Ela morreu assassinada a tiros pelo ex-marido.

Referência no teatro de pesquisa em seu país, a dramaturga e diretora Marianella Morena compõe três atos em movimentos distintos em gênero e linguagem, do realismo ao hiper-realismo. Questiona a premissa de verdade única borrando o real, a história e a ficção.

Abre com o então casal no quarto, multiplicado por três mulheres e três homens sobre a cama. Em seguida, foca o ambiente familiar da escritora, patriarcal e falso moralista. Por fim, salta para o século XXI, quando uma casa de leilão dispõe lote contendo o revólver do crime, uma gravação confessional e a correspondência inédita de Delmira com um político.

Texto, direção, letras e canções: Marianella Morena Com: Lucía Trentini, Agustín Urrutia, Mané Pérez, Leonardo Noda, Laura Báez e Domingo MilesiCenografia e figurinos: Johanna Bresque Desenho de luz: Claudia Sánchez Música: Lucía Trentini e Nicolás Rodriguez Mieres Produção: Lucía Etcheverry.

★★★

La Contadora de Películas

CHILE – Cia. Teatrocinema
21 e 22/9. Quarta e quinta-feira, 21h.

Sesc Vila Mariana | Teatro | 90 min | 10 anos | R$ 40 / R$ 20 / R$ 12

Não é difícil imaginar as dificuldades de quem vive e trabalha na região das minas de salitre no deserto de Atacama, no norte chileno. Foi lá que o escritor Hernán Rivera Letelier passou a infância e, por isso, escolheu a geografia isolada para ambientar a história de María Margarita no livro lançado em 2009 e adaptado sob mesmo título pela Compañía Teatrocinema, em 2015.

O espetáculo perpassa a infância e a vida adulta da mulher que, por causa do pai inválido, passou a narrar a ele, e depois a outros impossibilitados de ir ao cinema, as aventuras, dramas e comédias a que assistia.

A protagonista chega a ser eleita a melhor contadora de filmes do local. Ela relata, atua, canta, dramatiza e interpreta até epopeias aos operários e familiares.  Com o passar dos anos, os moradores, assim como sal, estão condenados a desaparecer. Mas Margarita resiste com seus fantasmas e fantasias. A Teatrocinema deriva da companhia La Troppa (1987-2006) e é cultuada pela multidimensionalidade da cena ao fundir ator-imagem.

Direção Geral: Sofia Zagal Adaptação: Laura Pizarro, Dauno Totoro, Julián Marras, Montserrat Quezada e Sofia Zagal Com: Laura Pizarro, Sofia Zagal, Christian Aguilera, Daniel Gallo e Fernando Oviedo.

★★★

Psico/Embutidos, Carnicería Escénica

MÉXICO – Richard Viqueira

23/9 a 1/10. Terça a sexta, 20h e 20h30. Sábado e domingo, 17h e 17h30.

Sesc Consolação | 120 min | 18 anos | R$40 / R$20 / R$12

Uma instalação cênica replica o aparelho digestivo e propõe uma vivência sensorial ao cumprir essa travessia dentro do organismo vivo. A obra, idealizada e dirigida por Richard Viqueira e encenada pela Cia. Titular de Teatro de la Universidad Veracruzana, deglute os espectadores, estimulados a transitar pela estrutura em diferentes níveis, no limite de 8m, contornando obstáculos até a etapa em que todos são, simbolicamente, expulsos do mecanismo.

O itinerário é feito de encontros com os 19 atores, um a um, cujas idades variam da casa dos 20 aos 30 anos. A instalação funciona tanto no momento da apresentação como após a sessão, como vira uma videoinstalação disponível à visitação nos demais horários de funcionamento da unidade, com telas embrenhadas no esqueleto cenográfico.

Autor e diretor: Richard Viqueira Com: Marisol Osegueda, Gustavo Schaar Prom, Benjamín Castro, Karla Camarillo, Karina Meneses, Freddy Palomec, Marco Rojas, Gema Muñoz, Alba Dominguez, Rogerio Baruch, Féliz Lozano, José Palacios, Raul Santamaría, Hector Moraz, Carlos Ortega, Juana M. Garza, Hosmé Israel, Jorge Castillo, Luz Maria Ordiales. Cenografia e iluminação: Jesús Hernández Conceito de espaço: Jesús Hernández e Richard Viqueira Desenho sonoro e música original: Joaquín Chas (a partir de tema e variações de Wim Mertens) Diretor Artístico: Luis Mario Moncada GilAssistente de Direção: David Ike Produtor Executivo: Yoruba Romero. PROJETO APOIADO PELO FONDO NACIONAL PARA LA CULTURA Y LAS ARTES DE MÉXICO.

★★★

Dínamo

ARGENTINA – Timbre 4
21/9. Quarta-feira, 20h.

Sesc Sorocaba | Teatro

24 e 25/9. Sábado, 21h. Domingo, 18h.

Sesc Bom Retiro | Teatro

70 min | Livre | R$ 40 / R$ 20 / R$ 12

Três mulheres compartilham um trailer perdido em alguma estrada qualquer. Em princípio, elas não sabem da presença das demais. A peça expõe como tanta solidão e estranhamento podem gerar novas energias à vida.

Ada, 70 anos, trabalhou com arte performática e anseia reencontrar o pulso criativo e o amor; Marisa, a sobrinha, a mobiliza em outros sentidos, pois deseja voltar a ser tenista após anos internada devido a alucinações. Harima é imigrante e tenta contatar a família e o filho pequeno que ficaram para trás.

O espetáculo da companhia Cia. Timbre 4 apoia-se, sobretudo, na expressão corporal das atrizes e na música ao vivo.

Texto e direção: Claudio Tolcachir, Lautaro Perotti e Melisa Hermida Com: Daniela Pal, Marta Lubos e Paula Ransenberg Música ao vivo: Joaquin Segade Desenho de luz: Ricardo Sica Desenho de cenografia: Gonzalo Córdoba Estévez Assistente de Direção: María García De Oteyza Produção: TEATROTIMBRE4, Maxime Seugé, Jonathan Zak.

★★★

Lo único que necesita uma gran actriz es uma gran obra y las ganas de triunfar MÉXICO – Cia. Vaca 35

15 e 16/9. Quinta e sexta-feira, 21h.

Sesc Pompeia | Espaço Cênico | 50 min | 16 anos | R$ 40 / R$ 20 / R$ 12

Inspirada na obra As Criadas e em uma frase de Querelle de Brest – “A humildade só pode nascer da humilhação, se não é falsa arrogância” – ambas de Jean Genet, a montagem do grupo mexicano não recorre a um tempo ou estilo determinados. A proposta é que o diálogo entre o espaço e a atriz se dê com a mínima estrutura, justamente para revelar os limites reais e ficcionais do ator, do personagem, do espectador, do espaço e da própria peça dramática.

O espetáculo se articula a partir de dois temais centrais: a vida em sua rotina mecânica e o teatro como espaço de autenticidade em um mundo que tem transformado a arte em mercadoria. Busca através de temais universais investigar a obra de Genet com base na atuação, no teatro como única saída aparente, como a comida, a bebida, a dança ou algum conto de fadas que nos mantém de alguma forma, ou que nos aproxime da devastação dos estereótipos sociais, a marginalização ou a falta de possibilidades de algum tipo de purificação.

Direção: Damián Cervantes Intérpretes: Diana Magallón e Mari Carmen Ruiz

★★★

A Tragédia Latino-Americana e a Comédia Latino-Americana. Segunda Parte: A Comédia Latino-Americana

BRASIL – Ultralíricos

07/10 a 13/11 – Quintas, sextas e sábados, às 20h, domingos, às 17h.

Sesc Vila Mariana | Teatro | 240 min | 18 anos | R$ 40 / R$ 20 / R$ 12

O MIRADA fez a estreia nacional da segunda parte desse projeto do diretor Felipe Hirsch (ele transita por Rio, São Paulo e Curitiba) e do coletivo Ultralíricos, com o qual vem trabalhando desde o pontapé da série Puzzle, em 2013, a convite da Feira do Livro de Frankfurt. São três anos de convicção mais experimental e política a reboque de questões como educação, violência, consumo desenfreado e até os recentes protestos pelo país.

A ideia inicial era fazer “uma tragédia um pouco mais carinhosa e a comédia, mais violenta”, no dizer do diretor. E assim deve ser. A música confere um caráter ritual que desdobra em uma espécie de “ópera macabra ou musical farrista”.

Na dramaturgia, fragmentos, adaptações e trechos de narrativas em prosa ou poesia da Argentina (J. P. Zooey, Pablo Katchadjian), Brasil (Lima Barreto, Sousândrade), Chile (María Luisa Bombal), Colômbia (Andrés Caicedo), Cuba (Cabrera Infante), Equador (Pablo Palacio), México (Juan Villoro) e Uruguai (Héctor Galmés e Horacio Quiroga), entre outros. A cenografia é delimitada por enormes blocos de isopor.

Ficha Técnica: Direção Geral Felipe Hirsch Com Caco Ciocler, Caio Blat, Georgette Fadel, Isabel Teixeira, Javier Drolas, Julia Lemmertz e Magali BiffDireção de Arte Daniela Thomas e Felipe Tassara Iluminação Beto Bruel Direção Musical, Música Escrita e Arranjos Arthur de Faria MúsicosUltralíricos Arkestra.

★★★

Leite Derramado

BRASIL – Club Noir

14/10 a 13/11 – Dias 20 e 30 de outubro não haverá espetáculo.
Quinta a sábado, às 21h, domingos, às 18h.

Sesc Consolação | Teatro | 80 min | 16 anos | R$ 40 / R$ 20 / R$ 12

A cia. Club Noir faz a estreia nacional da adaptação cênica do premiado romance homônimo de Chico Buarque. O livro de 2009 concebe uma visão panorâmica de séculos da história do país, apontando a necessidade urgente de reconstruirmos procedimentos éticos em direção a novas possibilidades de ação política.

Em seu estertor delirante, abandonado numa maca em corredor de hospital público, o protagonista Eulálio Assumpção, de cem anos, é atravessado por um pandemônio no qual ruem as fronteiras que separam mundo interno e mundo externo, passado e presente, memória e imaginação, religião e poder, indivíduo e sociedade, política e mitologia. Ecos de antepassados aristocratas, avô latifundiário escravagista, pai senador corrupto, neto guerrilheiro, bisneto traficante… Perdulário, alienado, contraditório e ora falido, ele se defronta com a precariedade trágica de um sistema construído por uma elite rentista, e inscrita em seu DNA.

O diretor Roberto Alvim preconiza a “imperiosa tarefa de presentificar em nossa brutal contemporaneidade a exata, impossível e transfiguradora mise-en-scène [encenação] da poesia”.

Ficha Técnica: Texto Chico Buarque Adaptação, Direção, Cenografia e Concepção Geral Roberto Alvim Com Juliana Galdino, Renato Forner, Taynã Marquezone, Caio Rocha, Helena Ignez, Luiz Päetow e Diego Machado Iluminação Domingos Quintiliano Figurinos João Pimenta Trilha Sonora Original Vladimir Safatle Cenotecnia e Adereços Fernando Bretas Fotos Edson Kumasaka.

★★★

INFORMAÇÕES   
ENDEREÇOS UNIDADES SESC
Bom Retiro
Alameda Nothmann, 185 – Bom Retiro, São Paulo – SP, 01216-000. Telefone: (11) 3332-3600
Consolação
  1. Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque, São Paulo – SP, 01222-020. Telefone: (11) 3234-3000
 
Ipiranga
  1. Bom Pastor, 822 – Ipiranga, São Paulo – SP, 04203-000. Telefone: (11) 3340-2000
Pinheiros
  1. Paes Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05424-150. Telefone: (11) 3095-9400
Pompeia
R. Clélia, 93 – Pompeia, São Paulo – SP, 05042-000. Telefone: (11) 3871-7700
Sorocaba
  1. Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade, Sorocaba – SP, 18030-160. Telefone: (15) 3332-9933
 
Vila Mariana
  1. Pelotas, 141 – Vila Mariana, São Paulo – SP, 04012-000. Telefone: (11) 5080-3000
INGRESSOS
 
VENDA
Ingressos à venda no Portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades do Sesc.
VALORES
R$ 40 – inteira.

R$ 20 – meia-entrada (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, estudante, pessoa com deficiência e servidor de escola pública e usuário inscrito no Sesc e dependentes).

R$ 12 – credencial plena (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

COMPROVANTE PARA INGRESSOS COM DESCONTO

Credencial Plena do Sesc válida; carteirinha de estudante (Umes, Ubes); carteirinha escolar do ano ou semestre vigente ou comprovante de matrícula ou pagamento da mensalidade; identificação funcional ou holerite para servidores de escola pública; comprovante de aposentadoria; documento de identidade para pessoas maiores de 60 anos.

 FORMAS DE PAGAMENTO

Dinheiro, cartões Visa, Visa Eléctron, Mastercard, Maestro, Redeshop, Diners Club International e Vale Cultura (Ticket Cultura, Sodexo e Alelo).

RECOMENDAÇÃO ETÁRIA

Confira antecipadamente a classificação Indicativa de cada atividade.

Nas apresentações que sejam classificadas como não recomendadas para menores de 18 anos, não será admitido o ingresso de menores de 18 anos, mesmo que acompanhados de pais ou responsáveis.

LEGENDAGEM

Os espetáculos internacionais serão apresentados com legendas em português.

MAIS INFORMAÇÕES: sescsp.org.br/mirada

 

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