Moraes Moreira e Ferréz estão confirmados na Balada Literária 2016

 

Balada 2016

A curadoria da Balada Literária divulga com exclusividade para o Livre Opinião – Ideias em Debate dois nomes que estão na programação deste ano. A 11ª edição terá a presença do cantor Moraes Moreira e o escritor Ferréz. A Balada Literária será realizada de 23 a 27 de novembro, em São Paulo, com show de abertura de Ney MatogrossoTetê e Alzira Espindola, com presenças já confirmadas de Marina Lima, Ana Maria Gonçalves e Ernesto Dabó. A programação completa será anunciada no dia 4 de novembro. A Balada Literária tem o patrocínio do Itaú Cultural e o apoio institucional do SESC São Paulo. Além das parcerias com a Livraria da Vila, o Centro Cultural b_arco, a Biblioteca Alceu Amoroso Lima e o Estúdio Lâmina.

BALADA LITERÁRIA é o evento literário democrático, afetivo e gratuito que acontece em São Paulo e reúne artistas do Brasil e do mundo. Criação e Curadoria de Marcelino Freire. Já foram homenageados Glauco Mattoso, Roberto Piva, Augusto de Campos, Lygia Fagundes Telles, Plínio Marcos, Carolina Maria de Jesus, Suzana Amaral, entre outros. Na 11ª edição a homenagem será ao escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996).

OS CONVIDADOS

MORAES MOREIRA

Fotografado no Estúdio da SFF .

Fotografado no Estúdio da SFF .

Antônio Carlos Moreira Pires (Morais Moreira) nasceu em Ituaçú BA em 08 de Julho de 1947, no sertão da Bahia, desde cedo Morais Moreira tocava sanfona, que mais tarde substituiu pelo violão e pela guitarra. Em 1966 Morais Moreira mudou-se para Salvador BA e entrou em contato com o rock and roll, e também com as criações de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico Buarque, Edu Lobo. Arranjou emprego num banco, e em noitadas de violão na própria pensão onde morava, conheceu Paulinho Boca de Cantor e Luís Galvão, com os quais criaria o grupo Os Novos Baianos, que estreou em 1968. Em 1975 Morais Moreira deixou o grupo para seguir carreira individual. A partir dessa época, foi um dos responsáveis pela afirmação e pelo crescimento do Carnaval de rua em Salvador. Em 1976 fez grande sucesso no Carnaval baiano, como cantor do Trio Elétrico de Dodô e Osmar. Lançou em 1978 Pombo correio, que se tornou grande êxito carnavalesco nacional.

Entre suas principais composições estão: Que papo e esse e Cidadão (com Capinam), Arco- íris (com Sivuca e Glorinha Gadelha), Rádio Cidadão (com Fred Gois), Estado de graça (com Armandinho), Meninas de Minas Gerais (com Tony Costa e Guilherme Maia), Os carapintadas e Festa do interior (com Abel Silva), Forro do ABC (com João Santana), Monumento vivo (com Davi Morais, seu filho, gravada por Daniela Mercury), Acabou chorare, Preta pretinha, É ferro na boneca, De Vera, Colégio de Aplicação e Felicidade no ar (estas seis com Luís Galvão). Entre outros, seus principais interpretes são: Gal Costa, que transformou Festa do interior na musica mais tocada de 1982, Maria Bethânia, Simone, Fagner, Ney Matogrosso, Zizi Possi, Elba Ramalho, Marisa Monte e Daniela Mercury.

FERRÉZ

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Antes de se dedicar exclusivamente à escrita, Ferréz trabalhou como balconista, auxiliar-geral e arquivista. Seu primeiro livro, Fortaleza da Desilusão, foi lançado em 1997. Foi com Capão Pecado (2000) que se firmou como um dos melhores escritores da sua geração.

Depois de ter lançado o romance Manual prático do ódio, escreveu os infantis Amanhecer Esmeralda e O pote mágico, lançou em 2005 o livro de contos Ninguém é inocente em São Paulo e Cronista de um tempo ruim, em 2012 lançou o romance Deus foi almoçar. Teve suas obras publicadas na França, Itália, Espanha, Portugal, México, Argentina, Estados Unidos, Alemanha e Inglaterra.

Ligado ao movimento hip-hop fundou o selo Literatura Marginal, a 1DASUL, marca de roupas produzidas no bairro e a ONG Interferência que atua no Capão Redondo. Teve o conto Os inimigos não levam flores adaptados para a TV e para os quadrinhos reunidos na edição Desterro, escreveu para o filme Bróders e os seriados Cidade dos Homens (Globo) e 9MM (Fox).

Atualmente escreve o seriado 171 para a Universal Chanel e ainda como conselheiro editorial do Le Monde Diplomatique Brasil e tem um blog sobre militância e cultura de periferia.

★★★

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