Companhia Antropofágica apresenta espetáculo e realiza debate no Engenho Teatro com diretor Luiz Carlos Moreira

A Companhia Antropofágica de Teatro, que atualmente realiza o projeto TRAM(A)NTROPOFÁGICA em comemoração aos seus quinze anos, promove debate especial no dia 27 de maio com Luiz Carlos Moreira, diretor do Engenho Teatral. Esta edição dos Diálogos Antropofágicos acontece após a apresentação do espetáculo Mahagonny, Marragoni atualmente em cartaz no Engenho Teatral, com entrada gratuita!

Foto: Alan Siqueira

COMPANHIA ANTROPOFÁGICA APRESENTA ESPETÁCULO E PROMOVE DEBATE NO ENGENHO TEATRAL

A Companhia Antropofágica de Teatro promove um debate especial no próximo sábado, dia 27 de maio no Engenho Teatral, abordando temas importantes do fazer teatral como parte da programação do projeto TRAM(A)NTROPOFÁGICA, que marca a celebração de 15 anos do grupo.

Após receber nomes como Marcelo Soler (Cia Teatro Documentário), Luciano Carvalho (Grupo Dolores Boca Aberta Mecatronica de Artes), Manoel Ochôa, o crítico teatral José Cetra, Thiago Abdalla, Gilberto Alves Leal, Ana Souto, Zerneto Pessoa (Cia do Feijão), Maria Silva Betti, Ney Piacentini (Companhia do Latão), Mei Hua e Rogério Guarapiran, esta edição dos Diálogos Antropofágicos contará com a participação de Luiz Carlos Moreira, diretor do grupo Engenho Teatral, que comentará e dará suas impressões sobre o espetáculo Mahagonny, Marrogoni importante trabalho da Antropofágica, que também será apresentado no mesmo dia.

A peça MAHAGONNY, MARRAGONI – SUÍTE ANTROPOFÁGICA Nº1 – MUTATO NOMINE DE THE FABULA NARRATOR que encerra sua temporada no Engenho Teatral no dia 28 de maio, será apresentada às 19h00 e o debate acontece logo após, por volta de 21h00.

No auge de seus quinze anos de trabalho coletivo contínuo, a Companhia Antropofágica de Teatro, recentemente contemplada na 28ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, apresenta o projeto TRAM(A)NTROPOFÁGICA, que prevê ao todo mais de 140 dias de apresentações e atividades gratuitas. Dona de um extenso processo de criação, estudo, experimentação e um significativo currículo com prêmios e indicações, a Companhia Antropofágica, criada em 2002, é hoje uma grande referência da cena teatral de São Paulo e convida o público para uma viagem no tempo e na história do grupo, revisitando todo o seu repertório.

Foto: Alan Siqueira

O projeto TRAM(A)NTROPOFÁGICA como o próprio nome diz, propõe uma grande trama, uma interligação, para formar uma rede que une cada experimento realizado desde o surgimento do grupo. O objetivo é levar a público de forma condensada, a história da Companhia que ao longo dos anos, se esforça em responder artisticamente à trama complexa do tempo presente, investigando seus percalços políticos e travando um diálogo crítico permanente com o desenrolar histórico do próprio tecido social que o envolve: a situação política da cidade, a relação fundamental entre o grupo e seu público e, num sentido amplo, as consequências históricas do próprio desenvolvimento humano. TRAM(A)NTROPOFÁGICA é um marco para o grupo que apresenta desde espetáculos premiados, até aquilo que acreditam que “não deu certo”, como forma de revisitar e investigar de fato, tudo o que foi construído com este trabalho que se destaca através de uma clara opção por pesquisar procedimentos, gêneros, autores e textos ligados à tradição das formas híbridas, muito propícias ao ideal antropófago que move a cada um de nós. Composta por mais de trinta integrantes, a Companhia Antropofágica propõe com este projeto, a realização de espetáculos, intervenções, oficinas e experimentos, atuando tanto em sua sede, o Espaço Pyndorama, quanto em outros espaços da cidade de São Paulo. Serão dezoito temporadas e mais dezenove atividades, realizadas de Setembro de 2016 a Agosto de 2017, culminando com a estreia de um novo espetáculo.

Foto: Alan Siqueira

O projeto TRAM(A)NTROPOFÁGICA iniciou em 2016 com uma temporada de  sua Trilogia sobre o Brasil, onde a Antropofágica apresentou três espetáculos diferentes por fim de semana, chegando a atingir a lotação máxima do Espaço Pyndorama. Na sequência, com o Programa I: Brazyleirinhas QI, apresentou quatro peças de curta duração por final de semana, todas de autoria exclusivamente brasileira. E encerrou o ano com apresentações do espetáculo “A Tragédia de João e Maria”, na sede da Companhia do Feijão. Já em 2017, abriu novamente as portas de sua sede para apresentar Prometeu Estudo 1.1, terceira montagem da Antropofágica. Com enorme sucesso de público, a temporada teve quase todas suas sessões com lotação máxima do espaço, o que se repetiu com a temporada realizada no Centro Cultural São Paulo, onde o grupo apresentou DESTERRADOS – UR EX DES MACHINE.  Após a temporada de Desterrados, o grupo voltou à sua sede, o Espaço Pyndorama, para apresentar o Programa Buñuel, constituído por duas peças inspiradas na obra de Luis Buñuel Portolés, que foi um dos maiores fazedores de cinema da Espanha e um dos grandes responsáveis por fazer com o que o surrealismo ganhasse o mundo do cinema.  Buñuel, que realizou vários trabalhos em parceria com Salvador Dalí, é também um dos grandes influenciadores da obra de Pedro Almodóvar. A temporada foi formada pelos espetáculos Vyridiana dos Desafortunados e Os Náufragos da Rua Constança. Agora, a Antropofágica encerra a temporada de Mahagonny, Marragoni no Engenho Teatral com mais uma edição dos Diálogos Antropofágicos.

Ótima oportunidade de conhecer o trabalho deste grupo que é hoje uma das grandes referências da cena teatral de São Paulo.  Mais detalhes em: www.facebook.com/CiaAntropofagica ou www.antropofagica.com/

Foto: Alan Siqueira

MAHAGONNY, MARRAGONI – SUÍTE ANTROPOFÁGICA Nº1 – MUTATO NOMINE DE THE FABULA NARRATOR

Uma investigação das relações entre mundo do trabalho e tempo livre, convidando o público a um passeio por questões de dinheiro, diversão e suas implicações contemporâneas. A partir da ideia de “cidade entretenimento” – Babilônia, Acapulco, Las Vegas – Mahagonny, Marragoni propõe uma crítica das formas do espetáculo utilizando elementos da cultura erudita e popular, com inspiração no teatro de Bertolt Brecht, Tadeusz Kantor e Oswald de Andrade e na estrutura rapsódica do Macunaíma de Mário de Andrade.

Classificação: 16 anos

Local: Engenho Teatral – Rua Monte Serrat, 128-160 – Tatuapé, São Paulo – SP, 03178-200 – Telefone: (11) 96888-7748

Horário: 19h00

Entrada: Gratuita

Gênero: Épico Dialético

Datas: 27 e 28/05/17 – Sábados e Domingos – Após a apresentação do sábado acontece mais uma edição dos Diálogos Antropofágicos com a participação de Luiz Carlos Moreira, diretor do Engenho Teatral.

Duração: 120 minutos

Contato Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – lucianagandelini@gmail.com – 99568-8773

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