Espetáculo que retrata a tragédia na cidade de Mariana, em Minas Gerais, é apresentado no Itaú Cultural

Hotel Mariana foi desenvolvido a partir de relatos de sobreviventes no rompimento da barragem de Fundão em 2015, provocando um desastre desolador e sem precedentes; a peça propõe um panorama político, histórico e cultural do país

 

Hotel Mariana (Foto: Custódio Coimbra)

 

Da criança do grupo escolar ao velho da folia de reis, do ativista de direitos humanos à aposentada que escreve poemas, Hotel Mariana convida o público a escutar os sobreviventes que, com suas histórias, traçam um panorama político, histórico e cultural do nosso país. Apresentada no Itaú Cultural nos dias 4 e 5 de julho (terça-feira e quarta-feira), às 20h, a peça Hotel Mariana, leva ao palco depoimentos de sobreviventes do maior desastre ambiental do Brasil, coletados por Munir Pedrosa uma semana depois do desastre.

Com direção de Herbert Bianchi, que também assina a dramaturgia ao lado de Pedrosa, os atores usam fones de ouvido e reproduzem os relatos reais que estão ouvindo.  Esses depoimentos perturbadores e surpreendentes são colocados em cena e evidenciam a simplicidade de pessoas que perderam tudo ou quase tudo o que tinham.

A tragédia aconteceu em Mariana, Minas Gerais, em 5 de novembro de 2015, quando a barragem de rejeitos de minérios de Fundão, com cerca de 55 bilhões de litros de lama espessa, rompeu-se sobre os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo. Outras cidades na região leste de Minas Gerais e no Espírito Santo também foram atingidas, e mais de 15 pessoas morreram; centenas de imóveis foram destruídos, deixando milhares de desabrigados.

Munir Pedrosa                  


Munir Pedrosa é dramaturgo, produtor cultural e ator. No ano de 1997, inicia sua trajetória como ator e em 2008 funda a produtora Gengibre Multimídia, na qual é sócio e diretor de projetos. Como produtor cultural, produziu os espetáculos Hotel Mariana e Refluxo. Como ator, seus trabalhos mais recentes são em Hotel Mariana, espetáculo teatral no qual assina idealização e dramaturgia, e Dois Irmãos, série com direção de Luiz Fernando Carvalho (Rede Globo), na qual faz parte do elenco principal. No teatro, atuou em 19 espetáculos, ganhando o Prêmio Jovem Talento Brasileiro com a peça Caos Leminski, no ano de 2004. No cinema, atuou em diversos filmes de curta-metragem e compôs o elenco principal de cinco filmes de longa-metragem, concorrendo como melhor ator no Festival de Cinema de Gramado com o filme Nome Próprio, de Murilo Salles. Na televisão, integrou o elenco das novelas Duas Caras e O Profeta, ambas da Rede Globo, e foi protagonista da série Os Figuras, do Canal Multishow.

Herbert Bianchi

Estudou Comunicação Social na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), integrou o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI, coordenado por Isabel Setti, em 2004, e o Núcleo de Dramaturgia do SESI- British Council, coordenado por Marici Salomão, em 2013. Escreveu e dirigiu três filmes em curta-metragem: Quando a noite acaba em silêncio (2011), Estou a caminho (2012) e Eric (2014). Recebeu o Prêmio Estímulo de Curta-Metragem, concedido pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, com o roteiro de Estou a caminho. Foi assistente de direção de Zé Henrique de Paula no Núcleo Experimental durante cinco anos. Traduziu o texto Senhor das Moscas, de Nigel Williams, e dirigiu os espetáculos Do outro lado da rua, no Núcleo Experimental e Hotel Mariana.

FICHA TÉCNICA
Elenco
Angela Barros
Bruno Feldman
Clarissa Drebtchinsky
Fani Feldman
Isabel Setti
Lucy Ramos
Marcelo Zorzeto
Munir Pedrosa
Rita Batata
Rodrigo Caetano
Idealização e pesquisa: Munir Pedrosa
Direção: Herbert Bianchi
Edição: Herbert Bianchi e Munir Pedrosa
Assistente de direção: Letícia Rocha
Designer de luz: Rodrigo Caetano
Cenário: Herbert Bianchi
Cenotécnico: Marcelo Maffei
Figurinos: Bia Piaretti e Carol Reissman
Acervo: David Parizotti
Produção executiva e direção de produção: Munir Pedrosa
Apoio: Greenpeace e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo
Realização: Governo do Estado de São Paulo

SERVIÇO:
Hotel Mariana
Dias 4 e 5 de julho (terça e quarta-feira), às 20h
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: livre
Sala Itaú Cultural
224 lugares
Entrada gratuita
Distribuição de ingressos:
Público preferencial: duas horas antes do evento | com direito a um acompanhante
Público não preferencial: uma hora antes do evento | um ingresso por pessoa
Interpretação em Libras

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
Acesso para pessoas com deficiência física
Ar condicionado
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho.
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural:
3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 12
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