Débora Gil Pantaleão: glândulas de skene

Sem título

Nu, arte de Pablo Picasso

 

glândulas de skene

 

curo-me
como quem
tem teto
sobre cabeça
como quem
cospe céu
mas mantém
coragem de
não olhar
para cima
curo-me
incurável
que sou
contraditória
e adicta
gananciosa
e libidinal
trepo com
meus versos
e por alguns
segundos
sou livre

debora-gil-pantaleao

Leia os poemas da Débora, clique aqui

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