Companhia de Teatro Heliópolis apresenta espetáculo que aborda a temática do aprendizado, no Itaú Cultural

Em A Inocência do Que Eu (Não) Sei, o público acompanha quatro personagens em trajetos que mostram os desejos e as contradições de pessoas em busca de aprendizagem

 

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A Companhia de Teatro Heliópolis apresenta no dia 7 de novembro, (terça-feira), no Itaú Cultural, a peça A Inocência do Que Eu (Não) Sei. O espetáculo envolve o público em quatro trajetos que mostram os desejos e as contradições de pessoas em busca de aprendizagem: o Menino Rapaz, que vence, a Feliz Mulher que se adapta, o Caminhante em busca do saber e a Mulher que come maçã. De modo poético e irônico, a montagem extrapola o universo escolar para discutir relações humanas mediadas por dispositivos de controle social e econômico.

 

O texto da peça foi criado em processo colaborativo da Companhia de Teatro Heliópolis com o dramaturgo e ator Evill Rebouças. No elenco estão Dalma Régia, David Guimarães, Donizete Bomfim e Klaviany Costa, integrantes da Companhia de Teatro Heliópolis e moradores da comunidade. Com direção de Miguel Rocha, o espetáculo é resultado do projeto Onde O Percurso Começa? Princípios de Identidade e Alteridade no Campo da Educação, contemplado pela 25ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, em 2015.

 

A Inocência do Que Eu (Não) Sei recebeu duas indicações ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (FEMSA), nas categorias Melhor Espetáculo Jovem e Prêmio Especial, pelo teatro comprometido com a comunidade de Heliópolis e a pesquisa temática em escolas públicas.

A Companhia de Teatro Heliópolis surgiu no ano 2000, reunindo jovens da comunidade, sob direção de Miguel Rocha, com o objetivo de montar o espetáculo A Queda para o Alto, baseado no romance homônimo de Sandra Mara Herzer. A companhia já realizou nove espetáculos, todos criados em diálogo com os anseios e as vivências que permeiam a realidade de Heliópolis. Depois de várias formações, a Companhia de Teatro Heliópolis tem hoje como núcleo central os artistas Dalma Régia, David Guimarães, Donizete Bomfim e Klaviany Costa, além do diretor Miguel Rocha, todos moradores da comunidade.

 

Desde 2010, a trupe tem sede própria – a Casa de Teatro Maria José de Carvalho – em imóvel cedido pela Secretaria Estadual de Cultura e situado no Ipiranga, bairro vizinho a Heliópolis. Em 2016, estreou o espetáculo Medo, inspirado nos ataques do PCC em São Paulo em 2006, no qual evidencia a questão da violência subliminar, aquela que não está visível, mas se mantém contínua e velada. Também nesse ano, a companhia foi contemplada pela 28ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro com o projeto Microviolências e Suas Naturalizações, que gerou a peça Sutil Violento.

 

Dalma Régia

É atriz e sócia fundadora da Companhia de Teatro Heliópolis. Entre os espetáculos em que atuou estão: A Queda Para o AltoO Dia em Que Túlio Descobriu a ÁfricaNordeste/Heliópolis/Brasil, Um Lugar ao Sol (Prêmio de Melhor Atriz no IX Festival Nacional de Limeira), A Hora FinalA Inocência do Que Eu (Não) Sei, Medo e Sutil Violento.

 

David Guimarães           

Ator com formação acadêmica em Produção Publicitária pela Universidade Unicid. Em 2012 passou a integrar a Companhia de Teatro Heliópolis atuando nos espetáculos Um Lugar ao SolA Inocência do Que Eu (Não) Sei, Medo e Sutil Violento. Também tem experiências em outros grupos, como a Cia Teatro do Incêndio, na qual atuou nos espetáculos Joana d’Arc São Paulo Surrealista I e II, e a Cia Pessoal do Faroeste, no espetáculo musical Luz Negra.

 

Donizete Bomfim

Ator e capoeirista. Em 2009 passou a integrar a Companhia de Teatro Heliópolis. Dentre os espetáculos em que atuou estão O Dia em Que Túlio Descobriu a ÁfricaNordeste/Heliópolis/BrasilA Hora FinalA Inocência do Que Eu (Não) Sei e Medo

 

 Klaviany Costa

Atriz, desde 2011 integra a Companhia de Teatro Heliópolis, tendo atuado nos espetáculos O Dia em Que Túlio Descobriu a ÁfricaA Hora FinalUm Lugar ao SolA Inocência do Que Eu (Não) SeiMedo e Sutil Violento. Também atuou no curta metragem Como Aprender a Não Gostar de Si Mesmo?, com direção de Joel Zito Araújo, e participou de oficinas de dança africana com o ballet afro Koteban, com a professora Ana Koteban e Mohamed Kalengue.

 

Miguel Rocha

Sócio fundador e diretor artístico da Companhia de Teatro Heliópolis, formou-se em direção teatral na SP Escola de Teatro. Entre os espetáculos da companhia que dirigiu destacam-se Sutil Violento (2017), Medo (2016), A Inocência do Que Eu (Não) SeiO Dia em Que Túlio Descobriu a África (com indicação ao Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro 2012 na categoria ocupação de espaço), Nordeste/Heliópolis/Brasil (com indicação ao Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro 2011 na categoria Grupo Revelação) e Um Lugar ao Sol (com indicação ao Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro 2013 na categoria Grupo Revelação e Prêmios de 3º Melhor Espetáculo e Melhor Atriz no IX Festival Nacional de Limeira). Participou de intercâmbio com o grupo Mc Theater da Holanda, onde codirigiu o espetáculo A Hora Final. Coordenação artística da I e II Mostra de Teatro de Heliópolis.

 

FICHA TÉCNICA
Encenação: Miguel Rocha
Texto: Evill Rebouças (Criação em processo colaborativo com a Companhia de Teatro Heliópolis)
Elenco: Dalma Régia, David Guimarães, Donizete Bomfim e Klaviany Costa
Assistente de direção e preparação corporal: Lucia Kakazu
Direção musical e preparação vocal: William Paiva
Músicos: William Paiva (piano), Eduardo Florence (violoncelo) e Giovani Bressanin (guitarra e sonoplastia)
Provocação – teatro épico: Alexandre Mate
Provocação – teatro performático: Carminda Mendes André
Encontros provocativos teóricos e corpo: Maria Fernanda Vomero, Diego Marques, Luciano Mendes de Jesus, Fabiana Monsalú e Rose Akras
Cenário e figurino 1ª temporada: Clau Carmo
Figurino 2ª temporada: Samara Costa
Iluminação: Toninho Rodrigues
Operação de luz: Gabriel Igor

A Inocência do Que Eu (Não) Sei
Com a Companhia de Teatro Heliópolis
Dia 7 de novembro (terça-feira), às 20h
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: 12 anos
Interpretação em Libras

Sala Itaú Cultural (224 lugares)
Distribuição de ingressos:
Público preferencial: 2 horas antes do espetáculo (com direito a um acompanhante)
Público não preferencial: 1 hora antes do espetáculo (um ingresso por pessoa)
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho, 108
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural:
3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 10.
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.
Itaú Cultural
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Acesso para pessoas com deficiência
Ar condicionado
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