A última edição do ano do Brechas Urbanas debate o tema da loucura

Conversa mediada pelo jornalista Bruno Torturra conta com a presença do filósofo e professor Peter Pál Pelbart, o poeta, músico e arte educador Babilak Bah e a psicóloga e pesquisadora Flavia Blikstein, que discutem sobre como a loucura é vista e aceita na sociedade, tanto no sentido subjetivo, motivado pelas artes e comportamento, como no sentido objetivo, ligado às doenças mentais

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Em sinergia com a Ocupação Nise Silveira, em cartaz no instituto até o dia 28 de janeiro, a última edição do ano do Brechas Urbanas acontece no dia 30 de novembro, às 20h. O debate da vez é O Espaço da Loucura na Cidade. Idealizada pelo Itaú Cultural, esta série tem o intuito de refletir, em encontros mensais, sobre as múltiplas e possíveis relações entre o fazer artístico, a cultura e as cidades contemporâneas. Em todas as edições, conta com interpretação em Libras e é transmitido ao vivo pelo site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br).

Com mediação do jornalista Bruno Torturra, o debate O Espaço da Loucura na Cidade tem participação do filósofo e professor Peter Pál Pelbart, do poeta, músico e arte educador Babilak Bah e da psicóloga e pesquisadora Flavia Blikstein. O tema é a loucura tanto em seu sentido mais subjetivo, quanto em seu sentido mais objetivo relacionado às doenças mentais e a subversão de normas e padrões no campo da arte e do comportamento.

Assim, Pelbart, Bah e Flávia levantam questões como qual é o espaço para a loucura em nossas cidades, o que, afinal, é loucura hoje e como a representação do louco influencia no modo de a sociedade encarar os doentes mentais. Além desses questionamentos, o evento traz a abordagem histórica sobre o processo de isolamento e inviabilização imposto aos loucos, aos limítrofes e aos diferentes.

O tema permeia a 36ª edição da série Ocupação Itaú Cultural, que, atualmente, apresenta o universo de Nise da Silveira. A médica dedicou sua vida à psiquiatria e foi pioneira na renovação das estruturas de saúde mental no Brasil. Sua atuação foi marcada pelo uso da arte como forma de exploração do inconsciente. O trabalho de Nise demonstrou o valor da terapêutica ocupacional e abriu espaço para a revelação de nomes importantes para as artes visuais brasileiras.

Sobre os participantes

 

Babilak Bah: artista, poeta e arte­educador. Produziu os CDs: Enxadário: Orquestra de Enxadas e Biografia de Homens Inquietos, o DVD Afroprogressivo e lançou dois livros de poemas: Vôomiragem e Corpoletrado. É diretor musical do grupo Trem Tan Tan. Atualmente coordena a Oficina de Conteúdos Culturais & Subjetivação no Cersam AD Pampulha para pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas.

 

Flavia Blikstein: graduada em Psicologia pela PUC-SP. Atua no campo da Saúde Mental há 15 anos, tendo trabalhado em diversos serviços públicos, como CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) infantojuvenil e adulto, NAAPA (Núcleo de Apoio e Acompanhamento para Aprendizagem) e Residência Terapêutica. Seu mestrado em Psicologia Social pela PUC-SP tratou de crianças em manicômios, tendo ganhado repercussão no El Pais, em texto da jornalista Eliane Brum, e apresentado no TEDx. Atua como Psicóloga Clínica e Acompanhante Terapêutico, leciona na Faculdade de Psicologia do Mackenzie-SP e é doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da USP.

Peter Pál Pelbart: professor no Departamento de Filosofia e no Núcleo de Estudos da Subjetividade, da Pós-Graduação em Psicologia Clínica, da PUC-SP. Estudioso da obra de Gilles Deleuze, traduziu para o português Conversações, Crítica e Clínica e parte de Mil Platôs. Escreveu sobre a concepção de tempo em Deleuze, O tempo não-reconciliado, sobre a relação entre filosofia e loucura, Da clausura do fora ao fora da clausura: Loucura e Desrazão e A Nau do tempo-rei, e​ entre política e subjetividade, A vertigem por um fio: Políticas da subjetividade contemporânea e Vida Capital. É coeditor da n-1 edições e membro da Cia Teatral Ueinzz.

 

Brechas Urbanas – O Espaço da Loucura na Cidade
30 de novembro (quinta-feira), às 20h
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: Livre
Local: Sala Itaú Cultural
224 lugares
Entrada gratuita
Distribuição de ingressos:
Público preferencial: duas horas antes do evento | com direito a um acompanhante
Público não preferencial: uma hora antes do evento | um ingresso por pessoa
Interpretação em Libras

 

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
Acesso para pessoas com deficiência física
Ar condicionado
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho.
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural:
3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 12
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.
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