Débora Gil Pantaleão

  para marina cavalcante   isto não é um poema muito menos poesia feminista muito menos um poema artístico tampouco cristão isto não é nada obrigatório nada originário de posse ou de controle isto é nada pois só no nada se pode ser e quando o nada se busca nada se é é preciso não…

Débora Gil Pantaleão: glândulas de skene

  glândulas de skene   curo-me como quem tem teto sobre cabeça como quem cospe céu mas mantém coragem de não olhar para cima curo-me incurável que sou contraditória e adicta gananciosa e libidinal trepo com meus versos e por alguns segundos sou livre ★★★★★★★★ Leia os poemas da Débora, clique aqui ★★★ Quer ficar por…

Débora Gil Pantaleão: o grande outro

  o grande outro   se tuas carnes apodrecem comes ou crias outra por cima ai o outro esse monstro essa deusa que enxerga que a noite vem e dorme em minhas carnes   ★★★★★★★★   Leia os poemas da Débora, clique aqui ★★★ Quer ficar por dentro de tudo o que acontece no Livre Opinião…

Cinco poemas de Débora Gil Pantaleão

  tem chovido na cidade em que nasci é a mesma que fugi por esses dias de 2015 e não é algumas muriçocas vem até mim incomodando a minha solidão vagalumes me beliscam e já não estou tão só ★★★★ imagina que horror se a vida fizesse algum sentido sentada aqui penso em todas as…

Três poemas de Débora Gil Pantaleão

eu não fui louca só havia milhões de rinocerontes e bichos e pássaros circulando nossas cabeças ★★★★ ouvir dove repetidas vezes sem voar apenas a olhar da ponte ★★★★ um canário talvez dois talvez três talvez três canários canário belga canário do reino cantarolava fino liso e sem frisson apenas uma música não três uma…