OSSOS DO OFÍDIO: “Três Mestres”, por Marcelino Freire

Na sua coluna no LOID, o escritor Marcelino Freire resgata uma antiga crônica sua, publicada no blog Ossos do Ofídio. Isso porque ele está em Curitiba, no evento Litercultura, e relembra, direto de lá, o contato dele com três grandes mestres: Dalton Trevisan, Jamil Snege e Valencio Xavier. Confira. Para começar, dois mestres. O de…

Ossos do Ofídio: Somos mesmo exagerados

O sol de São Carlos: exagerado. Ofusca. As raízes das árvores na UFSCAR: exageradas. O céu: todo ele. Os rapazes do site Livre Opinião: um exagero só. Um coraçãozão. A luta que é: exagerada. Fazer. Quem não faz não gera. Miúda-se. Eu fui recebido com amor: exagerado. Não é amor se não for exagerado. Adoro…

Ossos do Ofídio: De Vitória para Araxá

Daqui de Vitória, no Espírito Santo, puxo pela memória. Aciono o pensamento. Para escrever sobre Araxá, Minas Gerais. Em comum: a paisagem gigante. Vitória tem guindastes triunfantes. Corredores de navios. Ancorados para abastecimento. Araxá tem o Hotel Tauá. Cinco não. Mil estrelas. Ao que parece. Nunca estive hospedado (perdido) em lugar tão grande. Colunas imensas,…

Marcelino Freire: “A literatura que eu escolhi fazer já tem me levado a lugares aonde eu nem imaginava estar”

Considerado um dos maiores contistas da literatura contemporânea, o escritor Marcelino Freire está lançando seu primeiro romance, intitulado “Nossos Ossos” (Editora Record). Artista múltiplo, Marcelino constrói um enredo que envolve amor homoafetivo, violência paulistana, nostalgia do Nordeste, teatro e a relação familiar. O romance conta a história de Heleno, dramaturgo que no passado saiu de…