Marcelo Flecha: Afetos como antenas de comunicação

Desde ontem aportamos em Mossoró, após concluirmos a ocupação do Centro Cultural BNB de Fortaleza, durante as últimas duas semanas. A partir de agora cumpriremos uma jornada afetiva, que preambulei na postagem Antenas para os afetos e que agora desenvolvo. Estamos com a oficina sobre o  Quadro de Antagônicos, ontem e hoje; apresentaremos Velhos caem do céu como canivetes,…

Marcelo Flecha: Entre Pasárgada e Macondo

De 18 a 29 de julho a Pequena Companhia de Teatro ocupará o Centro Cultural Banco do Nordeste em Fortaleza/CE, com grande parte do seu repertório de atividades: 06 apresentações de Velhos caem do céu como canivetes e seus respectivos debates, 02 oficinas – O Quadro de Antagônicos como instrumento de treinamento para o ator e Do narrativo ao dramático:…

Marcelo Flecha: Uma pequena volta por Campo Grande

Na próxima terça-feira a Pequena Companhia de Teatro retorna a Campo Grande, cidade ocupada com nossas atividades artísticas em 2016, através do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura. Fomos convidados para participar do Projeto Boca de Cena – Mostra Sul-Mato-Grossense de Teatro e Circo e passaremos toda a semana em terras campo-grandenses. Ministraremos a oficina O…

Marcelo Flecha: Dram Act Urge

  Queria ter a clareza das grandes certezas: a morte, a vida, o sabor irretocável do presunto cru. Queria o amigo da sentença absoluta; queria saber sem duvidar; queria que alguém me dissesse, com absoluta certeza, quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha; alguém que sentenciasse o sexo dos anjos; queria a resposta…

Marcelo Flecha: A curadoria do contemporâneo

  Na contramão, enquanto o Brasil teatral se encontra em São Paulo, acompanhando o mais badalado festival internacional do país – a MITsp, estou no Rio, acompanhando o mais badalado aniversário de criança – o do meu afilhado. A coincidência apenas serve de introdutório para o comentário genérico ao qual me dedicarei nesta postagem, pois nunca…

Marcelo Flecha: A cosmética do pensamento

Um amigo, curador e crítico teatral, ao se referir a mais uma das infindáveis polêmicas da semana, brincava, em uma rede social, sobre a diferença entre pensamento, autoajuda, sabedoria, reflexão e afins. O comentário, contido de deliberada despretensão, caiu sobre minha cabeça com o peso da Biblioteca de Alexandria. O que, efetivamente, tenho escrevinhado aqui?…