OSSOS DO OFÍDIO: ‘É Esta a Nossa Língua’, por Marcelino Freire

  Uma língua para a crise. Para quem não acredita que a gente se levanta. E vai à luta. Língua para quem acha que festa literária nasce da vontade burocrática. De um escritório frio. Longe da rua. Aqui, ó. Uma língua para quem sofre de cansaço. Vive sem amor. Só. Não vai além do eixo…